Seu LinkedIn diz "founder", mas vende como estagiário.
Não é falta de competência. É um conjunto de erros que faz um fundador sério parecer amador, e ele nem percebe.
O primeiro: título que só repete o cargo. "CEO e Founder" não diz nada. O decisor não sabe o que você resolve nem para quem. Vitrine vazia.
O segundo: postar só quando lança algo. O LinkedIn vira mural de autopromoção. Aparece pra pedir, some pra entregar. Ninguém constrói autoridade assim.
O terceiro: falar de si o tempo todo. Conquista, prêmio, bastidor da empresa. Enquanto isso, a dor do cliente que ele quer atrair nunca entra no texto.
O quarto, e o mais caro: zero prova. Tese solta, opinião genérica, frase de efeito. Decisor não compra opinião, compra evidência.
Foi corrigindo exatamente isso que o Fernando Fernandes, mentor de vendas B2B, saltou para 8.290 seguidores e 107.954 impressões em sete dias, um salto de 169,7%. Não mudou de pessoa. Mudou a forma de aparecer.
A diferença entre parecer amador e parecer referência não é talento. É arquitetura de posicionamento e consistência com método.
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