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09 de julho de 2026·3 min de leitura

Como escolher um mentor de LinkedIn para a liderança da empresa

A maioria das empresas escolhe quem vai treinar a liderança no LinkedIn olhando o número de seguidores do palestrante. É o critério errado. Seguidor mede p

Raphael Cunha
Raphael Cunha
CEO da WIDE Corp · Top 1 Brasil no LinkedIn (Favikon)
Como escolher um mentor de LinkedIn para a liderança da empresa

A maioria das empresas escolhe quem vai treinar a liderança no LinkedIn olhando o número de seguidores do palestrante. É o critério errado. Seguidor mede popularidade, não mede se aquela pessoa sabe transformar um time comercial em canal de vendas, que é o que você está comprando.

Se você é o responsável por essa decisão, aqui estão os filtros que importam.

Primeiro: a autoridade dele é medida ou alegada? Qualquer um se chama de especialista em LinkedIn. Poucos têm o resultado auditado por terceiro. Raphael Cunha é Top 1 do Brasil em Personal Branding & Audience Building no ranking Favikon (dez/2024) e LinkedIn Top Social Selling Voice. Isso é avaliação externa, não autodeclaração de bio.

Segundo: o método já funcionou no seu mercado? Treinar criador de conteúdo é uma coisa. Fazer um time comercial B2B abrir porta de decisor é outra. Pergunte por empresas alcançadas, não por views. Consultores formados nesse método já chegaram a decisores de ArcelorMittal, Gerdau, PwC, Bradesco, Eurofarma, Rede D'Or, B3 e Sírio-Libanês pelo LinkedIn. Esse é o tipo de prova que conversa com a sua diretoria.

Terceiro: o trabalho dele aguenta o crivo de quem é sênior? A liderança que você vai colocar na sala já viu muito treinamento raso. Veja o que pares dela dizem. Gustavo Coimbra Costa, Diretor da LHH Recruitment Solutions Brasil, define o trabalho como "capacidade ímpar de transformar marcas em ativos estratégicos". Adriano Bicalho, que acumula VP Corporativo, Co-CEO e CIO, é cliente C-level do método. Líderes de empresas como a TOTVS (Luis Mulla) e a Megawork, parceira da SAP (Haroldo Junior), também passaram pelo treinamento corporativo. Quando executivo desse nível assina embaixo, o seu time não vai achar que está perdendo tempo.

Quarto: sai treinamento ou sai resultado no mesmo dia? Esse é o filtro que separa palestra de implementação. Pergunte o que o time leva pra casa no fim do encontro. Se a resposta for "inspiração", passe. O LinkedIn High Ticket entrega o oposto: em 6 horas, cada pessoa sai com perfil reescrito, primeiro post publicado e os 10 primeiros decisores já abordados, mais 15 dias de acompanhamento por WhatsApp. Você não está comprando uma fala, está comprando um time operando o canal.

Quinto: a conta fecha? Treinamento de liderança não é gasto de marketing, é investimento comercial e tem que ter payback claro. Pra empresa com ticket médio acima de R$100K, o investimento volta no primeiro deal fechado por qualquer membro do time. Esse é o número que você leva pra aprovação.

Escolher mentor de LinkedIn pra liderança é uma decisão de pipeline, não de comunicação. Use esses cinco filtros e a escolha fica simples.

Conheça o LinkedIn High Ticket: widecorp.com.br/linkedin-high-ticket


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